Muita gente procura alternativas diferentes para evitar a gravidez e o adesivo contraceptivo aparece como uma das opções mais práticas. Ele chama atenção por não precisar de pílulas diárias nem de procedimentos invasivos, funcionando como um método hormonal de uso simples. Mas surge a dúvida que interessa a quase todo mundo: quanto custa o adesivo contraceptivo?

Neste artigo vamos detalhar os valores médios, explicar como funciona esse método, onde comprar e ainda analisar se realmente vale a pena em relação a outros anticoncepcionais. O objetivo é esclarecer tudo de forma direta e com linguagem simples, como se fosse uma conversa natural.

O que é o adesivo contraceptivo?

O adesivo contraceptivo é um método de prevenção da gravidez que funciona liberando hormônios (geralmente estrogênio e progesterona) através da pele. Ele é colado em áreas específicas do corpo, como barriga, costas, braços ou nádegas, e deve ser trocado semanalmente.

Entre as vantagens, está o fato de não precisar de ingestão diária como a pílula anticoncepcional. Isso evita esquecimentos e ajuda quem tem rotina corrida. Também é um método reversível, ou seja, se a mulher parar de usar, sua fertilidade volta em pouco tempo.

Quanto custa o adesivo contraceptivo?

O preço varia bastante de acordo com a marca e a região do país. Mas em geral, os valores médios são os seguintes:

  • Caixa com 3 adesivos (duração de 1 ciclo menstrual, cerca de 1 mês): entre R$ 70 e R$ 120
  • Caixa com 6 adesivos (2 meses): entre R$ 130 e R$ 200
  • Caixa com 9 adesivos (3 meses): entre R$ 200 e R$ 280

Esses valores podem oscilar dependendo da farmácia, da cidade e de promoções em sites especializados. Algumas vezes, comprar online em drogarias confiáveis pode sair mais em conta do que em lojas físicas.

O adesivo contraceptivo é caro em comparação a outros métodos?

Quando comparado à pílula anticoncepcional comum, o adesivo costuma ser mais caro. Enquanto muitas cartelas de pílula custam de R$ 20 a R$ 60 por mês, o adesivo pode custar o dobro ou até mais.

Por outro lado, se for comparado com métodos como implante subdérmico ou DIU hormonal, ele sai mais barato. O implante, por exemplo, pode custar mais de R$ 1.000, e o DIU hormonal entre R$ 700 e R$ 1.500, embora durem vários anos.

Ou seja, o adesivo fica em um meio termo: não é o mais barato, mas também não exige um gasto inicial tão alto quanto métodos de longa duração.

Onde comprar o adesivo contraceptivo?

O adesivo contraceptivo pode ser comprado em:

  • Farmácias físicas: grandes redes costumam ter a venda, mas nem sempre disponível em todas as unidades.
  • Farmácias online: muitas vezes oferecem preços melhores e entrega rápida.
  • Clínicas particulares: alguns ginecologistas disponibilizam diretamente após consulta, mas geralmente com preços mais altos.

É importante lembrar que, apesar de ser vendido em farmácias, o ideal é sempre ter prescrição médica. Afinal, como se trata de um método hormonal, pode não ser adequado para todas as mulheres.

Como funciona o uso do adesivo?

O uso é relativamente simples. A mulher cola o adesivo na pele e mantém por 7 dias. Depois, troca por outro, sempre no mesmo dia da semana. O ciclo funciona assim:

  1. Primeira semana: cola o primeiro adesivo.
  2. Segunda semana: troca pelo segundo.
  3. Terceira semana: coloca o terceiro.
  4. Quarta semana: pausa de 7 dias sem adesivo, período em que ocorre a menstruação.

Após a pausa, um novo ciclo começa. Esse padrão garante a eficácia do método, desde que seja seguido corretamente.

Eficácia do adesivo contraceptivo

Um ponto positivo é a alta eficácia. Quando usado corretamente, o adesivo contraceptivo pode atingir mais de 99% de eficácia na prevenção da gravidez, semelhante às pílulas anticoncepcionais.

No entanto, seu uso incorreto, como esquecer de trocar no dia certo ou não fixar bem na pele, pode reduzir a proteção. Por isso, atenção aos detalhes é fundamental.

Vantagens do adesivo contraceptivo

Além da praticidade, ele oferece outros benefícios que explicam porque muitas mulheres preferem esse método. Entre eles:

  • Não precisa lembrar todo dia, como acontece com a pílula.
  • Controle hormonal estável, pois a liberação é constante.
  • Menstruação mais regulada.
  • Redução de cólicas menstruais, em alguns casos.

Esses fatores tornam o adesivo uma opção bastante interessante para quem busca praticidade.

Possíveis desvantagens

Assim como qualquer método hormonal, o adesivo também tem desvantagens. Os principais pontos relatados são:

  • Preço mais elevado em comparação a outros métodos mensais.
  • Pode causar irritação na pele no local da aplicação.
  • Efeitos colaterais hormonais, como náuseas, dor de cabeça, inchaço ou sensibilidade nos seios.
  • Menor eficácia em mulheres com peso corporal muito elevado, de acordo com alguns estudos.

Essas questões reforçam a importância de conversar com um ginecologista antes de decidir pelo uso.

O adesivo contraceptivo é vendido pelo SUS?

Atualmente, o SUS não distribui o adesivo contraceptivo gratuitamente. Os métodos disponibilizados de forma gratuita são, em geral, pílulas anticoncepcionais, preservativos, DIU de cobre e injetáveis trimestrais.

Portanto, quem deseja usar o adesivo terá que comprá-lo por conta própria, seja em farmácias ou clínicas.

Vale a pena investir no adesivo contraceptivo?

A resposta vai depender do perfil de cada mulher. Para quem busca praticidade, não gosta de tomar pílula todos os dias e não quer optar por métodos de longa duração, o adesivo pode ser uma ótima escolha.

Apesar do custo mais alto, muitas consideram que compensa pela comodidade e pelo bom controle do ciclo menstrual. Mas é fundamental conversar com um médico para avaliar se o adesivo é realmente adequado ao organismo e às necessidades pessoais.

O adesivo contraceptivo custa em média de R$ 70 a R$ 120 por mês, dependendo da marca e da quantidade comprada. Embora seja mais caro do que as pílulas, traz maior praticidade e eficácia quando usado corretamente.

Ele não é distribuído gratuitamente pelo SUS e exige prescrição médica para compra. Por isso, antes de começar a usar, vale agendar uma consulta com o ginecologista e avaliar se realmente é o método mais indicado.

No fim, o adesivo não é a opção mais barata, mas pode ser o investimento certo para quem prioriza praticidade e eficácia na prevenção da gravidez.

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